A a Z do Investidor

Dicionário Financeiro

Não deixe o economês te travar. Descubra o significado das siglas, indicadores e jargões do mercado financeiro e invista com segurança.

Termos mais procurados

Joint Stock

Joint stock é um termo utilizado para designar um tipo de sociedade em que o capital social é dividido em ações, permitindo que os acionistas sejam proprietários da empresa de acordo com a quantidade de ações que possuem. Esse modelo de organização é muito comum em empresas de grande porte, que precisam de um grande volume de recursos financeiros para investir em seus negócios. No sistema de joint stock, os acionistas têm direito a receber parte dos lucros da empresa na forma de dividendos, de acordo com a quantidade de ações que possuem. Além disso, eles também têm direito a participar das assembleias gerais, onde são tomadas as principais decisões da empresa. Dessa forma, os acionistas têm voz ativa na gestão da empresa, mesmo que não sejam os únicos proprietários. Uma das principais vantagens do sistema de joint stock é a possibilidade de atrair um grande número de investidores, o que facilita a captação de recursos para a empresa. Além disso, a divisão do capital em ações torna mais fácil a transferência de propriedade da empresa, já que os acionistas podem vender suas ações no mercado de capitais. Isso traz mais liquidez para os investimentos e aumenta a transparência na negociação das ações. Por outro lado, o sistema de joint stock também apresenta algumas desvantagens. Como os acionistas têm interesses diversos, nem sempre é fácil chegar a um consenso nas decisões da empresa. Além disso, a presença de um grande número de acionistas pode dificultar a comunicação e a coordenação entre eles, o que pode prejudicar a eficiência da empresa. Em resumo, o sistema de joint stock é uma forma eficiente de organizar o capital social de uma empresa, permitindo a participação de um grande número de investidores na gestão do negócio. Apesar das desvantagens, as vantagens desse modelo de organização superam as dificuldades, tornando o sistema de joint stock uma opção atraente para empresas que buscam crescer e se consolidar no mercado.

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Noi

Noi é uma sigla que tem origem na expressão em inglês net operating income, que traduzida para o português significa rendimento operacional líquido. Esse termo é utilizado para representar o lucro de uma empresa antes de descontar os juros e os impostos. O Noi é uma métrica importante para avaliar a eficiência operacional de um negócio, pois permite analisar quanto a empresa está gerando de receita através de suas operações principais, sem considerar os custos financeiros e tributários. Dessa forma, é possível ter uma visão mais clara do desempenho real da empresa e identificar possíveis áreas de melhoria. Para calcular o Noi, é necessário somar a receita total da empresa e subtrair os custos operacionais, como salários, matéria-prima e despesas gerais. O resultado obtido representa o lucro bruto da empresa, antes de deduzir os juros e os impostos. É importante ressaltar que o Noi não leva em consideração outros fatores que podem impactar o resultado final da empresa, como depreciação, amortização e variações cambiais. Por isso, é fundamental analisar essa métrica em conjunto com outras informações financeiras para ter uma visão mais completa do desempenho da empresa. Em conclusão, o Noi é uma ferramenta essencial para avaliar a eficiência operacional de uma empresa e identificar oportunidades de melhoria. Ao calcular o rendimento operacional líquido, é possível ter uma visão mais clara do desempenho financeiro da empresa e tomar decisões estratégicas com base em dados concretos. Portanto, o Noi deve ser utilizado como parte de uma análise mais ampla do negócio, levando em consideração outros indicadores e fatores que podem influenciar o resultado final.

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Paridade Monetaria

A paridade monetária é um conceito que representa a relação de valor entre moedas de países diferentes. Até a década de 70, o padrão-ouro era utilizado para a conversão de valores de uma moeda para outra. No entanto, a partir desse período, passaram a ser utilizadas moedas fortes, como o dólar e a libra, como referência no cálculo da cotação de moedas, tanto no comércio internacional como nas transferências de valores entre os países. Essa paridade monetária é fundamental para estabelecer as taxas de câmbio e facilitar as transações comerciais e financeiras entre países. Quando há uma paridade entre duas moedas, significa que o valor de uma unidade de uma moeda é equivalente ao valor de uma unidade da outra moeda, tornando mais simples o processo de conversão e de comparação de preços. A paridade monetária também é importante para garantir a estabilidade econômica e financeira dos países, evitando grandes oscilações cambiais que podem afetar negativamente a economia. Além disso, a paridade monetária facilita a análise de indicadores econômicos e permite uma melhor compreensão do cenário global. No contexto atual, com a globalização e a interligação das economias, a paridade monetária se torna ainda mais relevante, pois influencia diretamente o comércio internacional, os investimentos estrangeiros e as políticas monetárias dos países. Portanto, entender e acompanhar a paridade monetária é essencial para os agentes econômicos e para os governos na tomada de decisões. Em suma, a paridade monetária é um conceito fundamental para a economia global, representando a relação de valor entre moedas de diferentes países. A sua compreensão e análise são essenciais para garantir a estabilidade econômica, facilitar as transações comerciais e financeiras e promover o desenvolvimento sustentável das nações.

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Ativo-fixo ou Ativo-permanente

Os ativos permanentes, também conhecidos como ativos fixos, são elementos fundamentais para o funcionamento de uma empresa, pois possuem uma vida útil longa e são essenciais para a operação do negócio. Diferentemente dos ativos circulantes, que podem ser facilmente convertidos em dinheiro, os ativos permanentes têm uma função mais duradoura e estratégica para a organização. Imóveis, equipamentos, utensílios, ferramentas e patentes são alguns exemplos de ativos permanentes que são vitais para a produção de bens ou serviços da empresa, contribuindo diretamente para a geração de receita e lucro. Além disso, esses ativos podem se valorizar ao longo do tempo, representando um importante patrimônio para a organização. Devido à sua longa duração e importância para a empresa, os ativos permanentes são registrados no balanço patrimonial e sofrem depreciação ao longo do tempo. A depreciação é necessária para reconhecer o desgaste ou obsolescência dos ativos fixos, mantendo a contabilidade da empresa precisa e refletindo o valor real dos bens no patrimônio. Em síntese, os ativos permanentes são bens essenciais para a operação de uma empresa, não podendo ser facilmente convertidos em dinheiro e possuindo uma vida útil longa. São fundamentais para a geração de receita e lucro, representando um importante patrimônio que é registrado no balanço patrimonial com a devida depreciação. Portanto, a gestão adequada dos ativos permanentes é crucial para o sucesso e sustentabilidade do negócio a longo prazo.

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Useful Life

Quando adquirimos um produto, sempre esperamos que ele tenha uma vida útil longa e atenda às nossas necessidades por um bom tempo. A noção de Useful Life, ou vida útil em português, refere-se justamente a isso: o período em que um produto é capaz de desempenhar suas funções de forma eficaz e satisfatória para o consumidor. No entanto, o conceito de Useful Life vai além do simples tempo de uso de um produto. Ele também está relacionado à qualidade e durabilidade do item em questão. Um produto com uma vida útil curta pode acabar sendo mais custoso a longo prazo, já que o consumidor terá que substituí-lo com mais frequência, aumentando seus gastos. Por outro lado, um produto com uma vida útil longa pode representar um bom investimento, pois garantirá ao consumidor um bom retorno do seu dinheiro ao longo do tempo. Além disso, um item com uma vida útil estendida pode contribuir para a sustentabilidade, evitando o descarte precoce e o desperdício de recursos naturais. Portanto, ao adquirir um produto, é importante levar em consideração não apenas o preço, mas também a sua vida útil. Optar por itens de qualidade, com uma durabilidade maior, pode ser uma escolha mais inteligente a longo prazo. Afinal, a vida útil de um produto pode impactar diretamente na satisfação do consumidor e na sua relação com a marca. Em resumo, o conceito de Useful Life não se restringe apenas ao tempo de uso de um produto, mas engloba também a sua qualidade, durabilidade e impacto no consumo sustentável. Por isso, ao fazer uma compra, é essencial considerar não apenas o presente, mas também o futuro, garantindo assim uma experiência satisfatória e consciente para o consumidor.

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Produto Nacional Bruto - PNB

O Produto Nacional Bruto (PNB) é um indicador econômico que mede a riqueza gerada por um país a partir dos recursos nacionais, ou seja, considera não apenas a produção realizada no território nacional, mas também a renda gerada pelos residentes do país em qualquer lugar do mundo. Dessa forma, o PNB oferece uma visão mais ampla e abrangente da atividade econômica de uma nação. Além do valor gerado pela produção de bens e serviços, o PNB também leva em consideração a depreciação dos ativos e a conta de rendimentos do capital do balanço de pagamentos. Isso significa que o PNB reflete não apenas a geração de riqueza, mas também as perdas e ganhos associados aos investimentos e transações financeiras realizadas pelos agentes econômicos do país. Por meio do PNB, os governos e os analistas econômicos podem avaliar o desempenho da economia de um país, identificar tendências e tomar decisões políticas e estratégicas. O PNB é um importante indicador para a compreensão do nível de desenvolvimento econômico de uma nação e para a análise de sua inserção na economia global. Em resumo, o Produto Nacional Bruto (PNB) é um indicador essencial para a mensuração da atividade econômica de um país, pois considera não apenas a produção interna, mas também a renda gerada pelos residentes nacionais em qualquer lugar do mundo, fornecendo uma visão abrangente e detalhada do desempenho econômico de uma nação. Por meio do PNB, é possível avaliar a riqueza gerada, as perdas e ganhos associados aos investimentos e transações financeiras, bem como a inserção do país na economia global.

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Capm - Capital Asset Pricing Model

O Capital Asset Pricing Model (CAPM) é uma importante ferramenta utilizada no mercado financeiro para estimar a relação entre o risco e a rentabilidade de um ativo. Esse modelo é fundamentado na teoria de que os investidores exigem uma maior rentabilidade para assumirem maiores riscos, o que faz sentido no contexto de investimentos. De acordo com o CAPM, a rentabilidade de um ativo é composta pela soma de uma taxa de juro sem risco - que representa o retorno que um investidor obteria se optasse por um investimento livre de riscos, como títulos do governo - com um prêmio de risco. Esse prêmio de risco é a compensação que o investidor recebe por assumir o risco de investir em um ativo mais arriscado, como ações de empresas em crescimento ou setores voláteis. Assim, o CAPM ajuda os investidores a avaliar se o retorno esperado de um ativo é condizente com o risco que estão assumindo ao investir nele. Isso é crucial para a tomada de decisões de investimento informadas e para a construção de carteiras diversificadas e equilibradas, que buscam maximizar a rentabilidade esperada para um determinado nível de risco. Em resumo, o Capital Asset Pricing Model é uma ferramenta valiosa para os investidores que desejam entender e quantificar a relação entre risco e rentabilidade de ativos, auxiliando-os na tomada de decisões de investimento mais embasadas e na construção de carteiras eficientes. Dessa forma, o CAPM desempenha um papel fundamental no mundo dos investimentos, contribuindo para a gestão adequada de riscos e a busca por retornos consistentes no longo prazo.

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Eoq

Eoq, que significa Economic Ordering Quantity, é um termo amplamente utilizado na área de gestão de estoques. Ele representa a quantidade ideal que uma empresa deve solicitar de um determinado item, de forma a minimizar os custos de aquisição e manutenção de estoques. A determinação correta do Eoq é essencial para garantir que a empresa tenha o nível adequado de estoque, evitando tanto a escassez quanto o excesso de mercadorias. Para calcular o Eoq, é necessário levar em consideração diversos fatores, como o custo de aquisição do item, o custo de armazenagem, a demanda do produto e o tempo de espera para reposição do estoque. A fórmula para calcular o Eoq leva em conta essas variáveis e busca encontrar o ponto ótimo que equilibra os custos de pedido e de manutenção de estoque. Uma das principais vantagens de se utilizar o Eoq na gestão de estoques é a redução de custos. Ao determinar a quantidade ideal a ser solicitada, a empresa consegue evitar gastos desnecessários com armazenagem e obsolescência de produtos. Além disso, o Eoq permite uma melhor previsão de demanda, garantindo que a empresa tenha sempre os produtos necessários para atender seus clientes. Por outro lado, é importante ressaltar que o Eoq não é uma solução definitiva e deve ser constantemente revisado e ajustado de acordo com as mudanças no mercado e na demanda dos clientes. A gestão de estoques é uma área dinâmica e complexa, que exige um constante monitoramento e análise dos dados para garantir a eficiência operacional da empresa. Em resumo, o Eoq é uma ferramenta fundamental na gestão de estoques, que ajuda as empresas a otimizarem seus processos de compra e armazenagem, reduzindo custos e aumentando a eficiência operacional. Ao utilizar o Eoq de forma adequada, as empresas podem melhorar sua competitividade no mercado e garantir sua sustentabilidade a longo prazo.

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Índice Nacional da Construção Civil

O Índice Nacional da Construção Civil (INCC-DI) é um importante indicador que reflete a evolução dos custos no setor da construção. Ele é utilizado como referência para reajustes de contratos, cálculo de índices de inflação e análise do mercado imobiliário. O INCC-DI é calculado mensalmente e leva em consideração diversos fatores, como custo de materiais, mão de obra e despesas administrativas. Uma das principais características do INCC-DI é a sua influência no mercado de construção civil, sendo um indicador fundamental para o planejamento e execução de obras. Com base nos dados fornecidos pelo índice, é possível realizar projeções de custos, analisar a competitividade do mercado e tomar decisões estratégicas para o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários. Além disso, o INCC-DI também é utilizado como um termômetro para a economia do país, uma vez que a construção civil tem grande impacto no crescimento econômico e geração de empregos. Portanto, acompanhar a evolução desse índice é fundamental para entender o cenário macroeconômico e suas perspectivas para o futuro. Em conclusão, o Índice Nacional da Construção Civil (INCC-DI) é um indicador essencial para o setor da construção e para a economia como um todo. Sua relevância na tomada de decisões, no planejamento de obras e no acompanhamento do mercado imobiliário o torna uma ferramenta indispensável para profissionais e empresas do ramo. Portanto, estar atento às variações do INCC-DI e compreender seu significado é essencial para o sucesso e crescimento no mercado da construção civil.

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Galbraith, John Kenneth (1908)

Economista e escritor norte-americano, nascido no Canadá, John Kenneth Galbraith foi um crítico destacado do poder das grandes empresas monopolistas e da tecnocracia. Galbraith desenvolveu seu trabalho teórico no sentido de mostrar que a moderna economia capitalista, dominada por grandes organizações monopolistas, é um fato consumado que deve ser enfrentado com uma nova atitude por parte da sociedade e do Estado. Em sua obra "Capitalismo", de 1952, Galbraith introduziu o conceito de poder compensador e questionou o espírito competitivo da sociedade industrial norte-americana, sugerindo a organização de diferentes setores da sociedade em blocos de pressão. Já em "A Sociedade Afluente", de 1958, defendeu a tese de que os recursos absorvidos pela produção de bens de consumo supérfluos deveriam ser canalizados para investimentos públicos e de bem-estar social. Por sua posição liberal e pela crítica mordaz aos monopólios e aos mitos da sociedade industrial, Galbraith tornou-se conhecido do grande público, notabilizando-se pela capacidade de expor claramente complexos problemas econômicos. Como escritor prolífico, sua obra inclui títulos como "Uma Teoria do Controle de Preços", "O Colapso da Bolsa, 1929", "A Disciplina Econômica", "O Novo Estado Industrial", "Economia, Paz e Humor", "Economia e Senso Público", "A Era da Incerteza" e, mais recentemente, "A Sociedade Justa: Uma Perspectiva Humana". John Kenneth Galbraith deixou um legado importante no campo da economia e da crítica social, sendo reconhecido por sua visão progressista e sua capacidade de analisar e propor soluções para os desafios da sociedade contemporânea. Sua obra continua a inspirar e provocar reflexões sobre a relação entre economia, poder e justiça social.

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Companhia Aberta

A expressão "companhia aberta" refere-se a uma empresa que tem suas ações negociadas na bolsa de valores, permitindo que qualquer pessoa possa comprá-las e se tornar acionista da empresa. Esse tipo de organização é regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e deve cumprir uma série de requisitos para manter sua condição de companhia aberta. Uma companhia aberta possui uma série de vantagens e desvantagens em relação a uma empresa de capital fechado. Por um lado, ela tem acesso a uma maior quantidade de capital, podendo captar recursos no mercado de capitais de forma mais fácil e rápida. Além disso, a visibilidade proporcionada pela negociação de suas ações na bolsa pode trazer mais visibilidade e prestígio para a empresa. No entanto, ser uma companhia aberta também implica em uma série de custos e exigências. A empresa precisa divulgar regularmente suas demonstrações financeiras e informações relevantes para o mercado, o que demanda tempo e recursos. Além disso, a empresa fica sujeita a uma maior exposição a oscilações do mercado e a pressões de acionistas que buscam retorno imediato. Por fim, uma companhia aberta pode ser uma excelente oportunidade de investimento para quem busca diversificar sua carteira e investir em empresas com potencial de crescimento. No entanto, é importante analisar cuidadosamente os aspectos positivos e negativos de investir em uma empresa de capital aberto, levando em consideração o perfil de risco e a estratégia de investimento de cada pessoa.

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Agreement

O termo Agreement pode ser definido de diversas formas, mas em sua essência ele se refere a um compromisso firmado entre duas ou mais partes para cumprir determinadas obrigações ou estabelecer certas condições. Esse acordo pode ser formalizado por meio de um contrato, um pacto ou simplesmente um aperto de mãos, dependendo da natureza e da importância do compromisso em questão. Em um contexto mais amplo, o Agreement pode significar não apenas a concordância de vontades, mas também a harmonia de ideias e interesses. Quando duas partes estão em Agreement, significa que estão alinhadas em seus objetivos e valores, o que facilita a colaboração e a resolução de conflitos de forma pacífica e construtiva. Um Agreement bem estabelecido pode ser a base para um relacionamento saudável e duradouro, seja ele pessoal, profissional ou comercial. A confiança mútua gerada a partir do cumprimento das cláusulas acordadas fortalece os laços entre as partes e cria um ambiente propício para o crescimento e a prosperidade de todos os envolvidos. Por outro lado, a falta de Agreement pode levar a mal-entendidos, desavenças e até mesmo litígios. Quando as partes não estão em sintonia, é mais difícil alcançar um consenso e chegar a um acordo satisfatório para ambas as partes. Por isso, é essencial que todas as partes envolvidas estejam dispostas a dialogar, negociar e ceder em busca de um Agreement que seja justo e equilibrado para todos. Em resumo, o Agreement vai muito além de um simples contrato ou pacto. Ele representa a união de vontades, a convergência de interesses e a colaboração mútua para alcançar objetivos comuns. Quando as partes estão em Agreement, há um potencial infinito para o crescimento e o sucesso conjunto. Por isso, é fundamental cultivar relações baseadas no respeito, na transparência e na cooperação, para que o Agreement se torne não apenas uma formalidade, mas sim um verdadeiro compromisso de coração e mente.

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Piramides de Keynes

A expressão Pirâmides de Keynes refere-se a investimentos economicamente improdutivos que são realizados com o intuito de estimular a demanda efetiva e impulsionar a economia durante períodos de recessão. Um exemplo clássico desse conceito é a construção de uma pirâmide, onde o custo de construção supera em muito o valor econômico que ela pode gerar. No contexto brasileiro, a queima do café após a crise econômica de 1929 é um exemplo prático do uso das Pirâmides de Keynes. Com o intuito de manter a demanda efetiva e evitar uma recessão ainda mais profunda, o governo brasileiro optou por destruir toneladas de café, em vez de simplesmente reduzir a produção para equilibrar o mercado. A estratégia de manutenção da demanda efetiva através de investimentos infrutíferos foi defendida por Keynes como forma de reerguer as economias pós-crise de 1929. A partir desse contexto, o termo Pirâmides de Keynes passou a ser utilizado para descrever essas práticas que visam estimular a economia, mesmo que de forma não sustentável a longo prazo. Em suma, as Pirâmides de Keynes representam uma estratégia econômica controversa, que busca impulsionar a demanda efetiva e evitar uma recessão, mas que pode gerar consequências negativas no futuro. É importante ponderar os benefícios imediatos desses investimentos em relação aos impactos de longo prazo, a fim de garantir a estabilidade e o crescimento sustentável da economia.

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Preferencia Pela Liquidez

Conceito Keynesiano relacionado com a demanda global de dinheiro. Em lugar de consumir ou investir o dinheiro em aplicações de menor liquidez, as pessoas prefeririam manter seus valores na forma mais líquida possível (em dinheiro) por três motivos: 1) a liquidez permite a realização imediata de compras; 2) o motivo especulação; 3) o motivo precaução (o enfrentamento de acidentes ou imprevistos). O grande problema da preferência pela liquidez ocorre em economias onde a inflação é intensa e corrói o valor do papel moeda: a liquidez não estará garantida se for mantida nessa forma. Nas economias inflacionárias, a preferência pela liquidez assume outras formas, como a manutenção de moeda estrangeira estável, metais preciosos ameados ou não, joias, títulos e aplicações com cláusula de correção monetária e com prazos curtos de vencimento, entre outros. A defesa contra a desvalorização na forma de aquisição de imóveis (terrenos urbanos ou rurais, e/ou moradias) apresenta o grande defeito de reduzir consideravelmente a liquidez do investidor. Portanto, é importante considerar outros meios de investimento que possam garantir a preservação do valor do dinheiro em um cenário de inflação. Dessa forma, a preferência pela liquidez pode ser interpretada de maneiras diferentes dependendo do contexto econômico e das condições do mercado. É essencial buscar alternativas de investimento que possam conciliar a liquidez necessária para atender às demandas imediatas com a preservação do valor do capital em um cenário de inflação ou desvalorização da moeda. Assim, a compreensão dos motivos por trás da preferência pela liquidez é fundamental para uma gestão financeira eficiente e segura.

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Datio in Solutum

A expressão em latim "Datio in solutum" refere-se à prática jurídica de extinguir uma obrigação por meio da entrega de algo que não estava previsto originalmente no contrato. Ou seja, é quando uma parte cumpre sua obrigação de uma maneira diferente da prevista inicialmente, mas que é aceita pela outra parte como forma de quitação. Essa prática é comum em situações em que as partes envolvidas no contrato encontram uma solução alternativa para o cumprimento das obrigações, muitas vezes devido a imprevistos ou dificuldades no cumprimento do acordo original. Dessa forma, a datio in solutum permite que as partes cheguem a um consenso para resolver a questão de forma satisfatória para ambos os lados. É importante ressaltar que a datio in solutum deve ser realizada de forma voluntária e consensual entre as partes, pois envolve uma alteração no contrato original. Além disso, é fundamental que fique claro para ambas as partes quais serão os termos da nova forma de quitação da obrigação, a fim de evitar futuros conflitos. No contexto jurídico, a datio in solutum é uma alternativa válida para resolver impasses e garantir o cumprimento das obrigações de forma justa e equilibrada. Por meio dessa prática, as partes demonstram flexibilidade e boa-fé na busca por uma solução para eventuais problemas que possam surgir durante a execução do contrato. Em suma, a datio in solutum é uma expressão que representa a possibilidade de extinguir uma obrigação de forma alternativa à prevista inicialmente, desde que haja concordância entre as partes envolvidas. Trata-se de uma prática que visa facilitar a resolução de conflitos e garantir a efetividade dos contratos, demonstrando a importância da flexibilidade e do diálogo nas relações jurídicas.

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Kameralismus

O termo Kameralismus é de origem alemã e tem um significado bastante específico. Ele se refere a um tipo de pensamento econômico e administrativo que surgiu na Europa durante o século XVIII. O Kameralismus estava relacionado à administração estatal e à gestão dos recursos públicos, com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e o bem-estar da sociedade. No contexto do Kameralismus, o Estado desempenhava um papel central na economia, regulando a produção, o comércio e as finanças. Os governantes eram vistos como responsáveis ​​por garantir o crescimento econômico e o progresso social, através de políticas e medidas que beneficiassem a população como um todo. Essa abordagem era diferente do liberalismo econômico, que pregava a não intervenção do Estado na economia e defendia a livre concorrência e a iniciativa privada. No entanto, o Kameralismus também buscava promover o desenvolvimento econômico, mas por meio de uma forte intervenção estatal e de políticas mais centralizadas. No Kameralismus, a ideia era que o Estado deveria atuar como um "cameralista", ou seja, como um administrador eficiente dos recursos públicos, buscando sempre o bem comum e o progresso da sociedade como um todo. Essa abordagem influenciou a forma como muitos países europeus organizaram suas economias e estruturaram suas políticas públicas durante o século XVIII e parte do século XIX. Em resumo, o Kameralismus foi uma corrente de pensamento econômico e administrativo que valorizava a intervenção do Estado na economia e a promoção do bem-estar social. Apesar de ter perdido espaço para o liberalismo econômico ao longo do tempo, sua influência pode ser percebida em diversas políticas e práticas governamentais até os dias atuais.

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